segunda-feira, 31 de maio de 2010

No Caminho Certo

Você poderá encontrar essas e muito mais meditações, no site http://ministeriosrbc.org

“A nossa vida é um verdadeiro jogo, no qual não escolhemos participar. O mundo é o campo e os jogadores somos nós, o adversário é o Diabo e seus anjos. As regras estão na Bíblia e o árbitro é Deus. Neste jogo da vida entramos em campo para ganhar ou perder, não há possibilidade de empatar”, são palavras ditas por Paulo Silas, Atleta de Cristo e ex-jogador do São Paulo (SP), do Inter (RS), do Vasco (RJ), do San Lorenzo (Argentina) e que já atuou na Seleção Brasileira.

Vivemos uma só vez. Aqui temos a possibilidade de escolher o que seremos depois da morte. E só existem duas opções, conforme você leu no versículo de hoje. Só há dois lugares, duas situações que todos os seres humanos guardam: a vida eterna ou a condenação eterna. Eternidade com ou sem Deus. Salvação ou condenação. Este é o destino de todos: não existe outra possibilidade.

A Palavra de Deus nos ensina somente uma maneira sobre como ser
salvo. É preciso crer em Cristo para ser salvo por Ele. Todo aquele que o rejeita está condenado. Você é livre para escolher seu destino, mas uma vez que o tenha escolhido, não poderá voltar atrás após a morte. Não há outra opção: se rejeitar a Cristo, você estará condenado.

Foi necessário que Deus fosse bem claro quanto à salvação da humanidade. Hoje mesmo centenas de religiões e seitas divulgam caminhos diferentes ou modificados. Para tirar a prova, faça a pergunta: “Jesus; Deus feito homem é o único caminho de salvação?” Se a resposta for afirmativa, significa que este é um bom caminho. Se existe qualquer tipo de acréscimo ou mudança, cuidado! Este caminho levará à condenação. O mesmo apóstolo
Pedro disse claramente: “Em nenhum outro há salvação, porque não há outro nome dado aos homens em quem possamos ser salvos.” (Atos 4:12).

Cristo é o único que ressuscitou. Todos os grandes fundadores de religiões (Buda, Maomé, Confúcio) e seitas estão mortos, e sabemos onde “descansam” seus restos mortais. O túmulo de Jesus está vazio: é o único que afirmou ter poder sobre a morte, e o demonstrou. Esta é a diferença: seguir a Cristo, unicamente. Seguir a outros conduz a condenação eterna. Quem você está seguindo?

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Descobertas da Arqueologia desmontam os céticos!

Maioria das mais importantes descobertas arqueológicas relacionadas aos relatos das Sagradas Escrituras ocerreram nos últimos 70 anos.

No final do ano passado, próximo ao Natal, uma equipe de arqueólogos divulgou ter encontrado ruínas de uma residência na cidade de Nazaré, no norte de Israel, datada da época de Jesus. Mês passado foi a vez de outro grupo de arqueólogos anunciar a descoberta de uma rua de mais de 1,5 mil anos, utilizada por peregrinos cristãos, na cidade velha de Jerusalém. Tratam-se de duas grandes descobertas, em um período curto de tempo, que estão relacionadas ao relato histórico da Bíblia Sagrada ou a história da igreja.
Mas, esses acontecimentos recentens são apenas uma pequena demostração da efervescência da Arqueologia Bíblica nos últimos anos. Simplesmente, devido ao maior número de investimentos e recursos para essa área nas últimas décadas, especialmente depois do estabelecimento do Estado de Israel e do início das intensas atividades dos arqueólogos judeus, a maioria das mais importantes descobertas arqueológicas relacionadas aos relatos das Sagradas Escrituras ocorreram nos últimos 70 anos. Tais descobertas, derrubaram a maioria das argumentações usadas pelos céticos para contestar a historicidade dos relatos bíblicos.


A Estrela de Tel Dan, descoberta em 1993, traz em sua inscrição uma menção ao rei Davi e à "Casa de Davi"


A Sinagoga de Cafarnaum, visitada por Jesus em seus dias, foi descoberta em 1983


A descoberta do Tanque de Siloé foi anunciada em 2005


Ruínas do Palácio de Davi foram descobertas há poucos anos pela arqueóloga israelense Eilat Mazar


Tomara que as descobertas não parem!!!

segunda-feira, 29 de março de 2010

Voltarei a publicar no blog!

A paz do Senhor pessoal...

Quero pedir desculpa pelo tempo em que não estive no blog, devido a compromisso e obrigações pessoais.
Mas agora, voltarei a publicar no blog, e começaremos a estudar bibliologia.

Aproveitando, entre nesse site e confira o quanto ele é edificante:

www.icp.com.br/

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Maninsfestações Absurdas e estranhas.




Infelizmente, igrejas neopetencostais tem surgido nesse mundo afora, e confundindo os cristãos sinceros pregando um outro "evangelho". São muitas manifestações e supostas revelações do "Espírito Santo" que eles tem a coragem ainda de afirmar que vem da parte de Deus. É preciso se arrepender e voltar ao primeiro amor, e ao verdadeiro evangelho da Cruz.
Uma mensagem impactante de correção. David Wilkerson alerta a igreja sobre a falsa doutrina do Espírito Santo: "Cair no Espírito", "Unção do Riso", "Mover do Espírito".
Veja e não deixe de refletir!

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

O cristão e o carnaval. Como devemos nos comportar?

Alguns crentes em Jesus não vêem nenhum problema em participar do Carnaval. Segundo estes, o desfile na televisão é tão bonito, e o importante é se divertir.

O ICP (Instituto Cristão de Pesquisa) fez um artigo sobre isso, falando da origem e da evolução do carnaval. Estaria mesmo os crentes que pensam da forma acima corretos? É o que veremos a seguir!

Origem histórica da festa do rei Momo

www.icp.com.br

A palavra carnaval deriva da expressão latina carne levare, que significa abstenção da carne. Este termo começou a circular por volta dos séculos XI e XII para designar a véspera da quarta-feira de cinzas, dia em que se inicia a exigência da abstenção de carne, ou jejum quaresmal. Comumente os autores explicam este nome a partir dos termos do latim tardio carne vale, isto é, adeus carne, ou despedida da carne; esta derivação indicaria que no carnaval o consumo de carne era considerado lícito pela última vez antes dos dias do jejum quaresmal - outros estudiosos recorrem à expressão carnem levare, suspender ou retirar a carne: o Papa São Gregório Magno teria dado ao último domingo antes da quaresma, ou seja, ao domingo da qüinquagésima, o título de dominica ad carnes levandas; a expressão haveria sido sucessivamente abreviada para carnes levandas, carne levamen, carne levale, carneval ou carnaval – um terceiro grupo de etmologistas apela para as origens pagãs do carnaval: entre os gregos e romanos costumava-se exibir um préstito em forma de nave dedicada ao deus Dionísio ou Baco, préstito ao qual em latim se dava o nome de currus navalis: de onde vem a forma carnavale.1

Segundo o historiador José Carlos Sebe, ao carnaval estão relacionadas as festas e manifestações populares dos mais diversos povos, tais como o purim, judaico, e as saturnálias e as caecas, babilônicas, manifestações que contribuíram muito para o carnaval atual.

A real origem do carnaval é um tanto obscura. Alguns historiadores assentam sua procedência sobre as festas populares em honra aos deuses pagãos Baco e Saturno. Em Roma, realizavam-se comemorações em homenagem a Baco (deus de origem grega conhecido como Dionísio e responsável pela fertilidade. Era também o deus do vinho e da embriaguez). As famosas bacanais eram festas acompanhadas de muito vinho e orgias, e também caracterizadas pela alegria descabida, eliminação da repressão e da censura e liberdade de atitudes críticas e eróticas. Outros estudiosos afirmam que o carnaval tenha sido, talvez, derivado das alegres festas do Egito, que celebravam culto à deusa Isís e ao deus Osíris, por volta de 2000 a.C.

A Enciclopédia Britânnica afirma: Antigamente o carnaval era realizado a partir da décima segunda noite e estendia-se até a meia-noite da terça-feira de carnaval2. Outra corrente de pensamento entende que o carnaval teve sua origem em Roma. Enquanto alguns papas lutaram para acabar com esta festa (Clemente, séculos IX e XI, e Benedito, século XIII), outros, no entanto, a patrocinavam.

A ligação desta festa com o povo romano tornou-se tão sólida que a Igreja Romana preferiu, ao invés de suspendê-la, dar-lhe uma característica católica. Ao olharmos para países como Itália, Espanha e França, vemos fortes denominadores comuns do carnaval em suas culturas. Estes países sofreram grandes influências romanas. O antigo Rei das Saturnais, o mestre da folia, é sempre morto no final das antigas festas pagãs.

Vale ressaltar que O festival Dionisíaco expõe em seu tema um grande contra-senso, descrito na The Grolier Multimedia. Enciclopédia, 1997: A adoração neste festival é chamada de Sparagmos, caracterizada por orgias, êxtase e fervor ou entusiasmo religioso. No entanto, seu significado é descrito no mesmo parágrafo da seguinte forma: Deixar de lado a vida animal, a comida dessa carne e a bebida desse sangue.

A origem do carnaval no Brasil

O primeiro baile de carnaval realizado no Brasil ocorreu em 22 de janeiro de 1841, na cidade do Rio de Janeiro, no Hotel Itália, localizado no antigo Largo do Rócio, hoje Praça Tiradentes, por iniciativa de seus proprietários, italianos empolgados com o sucesso dos grandes bailes mascarados da Europa. Essa iniciativa agradou tanto que muitos bailes o seguiram. Entretanto, em 1834, o gosto pelas máscaras já era acentuado no país por causa da influência francesa.

Ao contrário do que se imagina, a origem do carnaval brasileiro é totalmente européia, sendo uma herança do entrudo português e das mascaradas italianas. Somente muitos anos depois, no início do século XX, foram acrescentados os elementos africanos, que contribuíram de forma definitiva para o seu desenvolvimento e originalidade.

Nessa época, o carnaval era muito diferente do que temos hoje. Era conhecido como entrudo, festa violenta, na qual as pessoas guerreavam nas ruas, atirando água uma nas outras, através de bisnagas, farinha, pós de todos os tipos, cal, limões, laranjas podres e até mesmo urina. Quando toda esta selvageria tornou-se mais social, começou então a se usar água perfumada, vinagre, vinho ou groselha; mas sempre com a intenção de molhar ou sujar os adversários, ou qualquer passante desavisado. Esta brincadeira perdurou por longos anos, apesar de todos os protestos. Chegou até mesmo a alcançar o período da República. Sua morte definitiva só foi decretada com o surgimento de formas menos hostis e mais civilizadas de brincar, tais como o confete, a serpentina e o lança-perfume. Foi então que o povo trocou as ruas pelos bailes.

Símbolos carnavalescos

Como em qualquer manifestação popular, o carnaval também se utilizou de formas simbólicas para aguçar a criatividade do povo e, conseqüentemente, perpetuar sua história. As fantasias apareceram logo após as máscaras, por volta de 1835, dando um colorido todo especial à festa. Com o passar dos anos, as pessoas iam perdendo a inibição e as fantasias, que a princípio eram usadas como disfarce (por serem quentes demais), foram dando lugar a trajes cada vez mais leves, chegando ao nível que vemos hoje, de quase completa nudez. Independente das mudanças, os grandes bailes, portanto, permaneceram realizando concursos de fantasias, incentivando a competição entre grandes figurinistas e modelos.

Como já foi citado, o primeiro baile de carnaval no Brasil foi realizado em 1841, na cidade do Rio de Janeiro, e, desde então, não parou mais. No começo eram apenas bailes de máscaras e a música era a polca, a valsa e o tango. Havia também coros de vozes para animar a festa. Nota-se que nem sempre foi tocado o samba, mas modinhas. Os escravos contribuíram com o carnaval com um estilo de música chamado lundu, ritmo trazido de Angola. Tal ritmo, no entanto, por ser considerado indecente, limitava-se apenas às senzalas. Contudo, permaneceu durante todo o século XIX.

Com esta fusão de ritmos nasce o semba, uma expressão do dialeto africano quibundo. Essa expressão passou por uma culturação e se tornou o que chamamos hoje de samba. O samba se popularizou nos entrudos, pois em sua origem este ritmo não era propriamente música, mas uma dança feita nos quilombos. Todo este contexto histórico nos leva até os anos 20, ocasião em que nasce aquilo que hoje é chamado de a excelência do samba, ou seja, o samba de enredo.

O carnaval hoje conta com bailes de todos os tipos, como o baile à fantasia, baile da terceira idade, matinês para crianças, bailes de travestis, entre outros. Os embalos musicais destes bailes contam com o bater dos surdos e o samba é o ritmo predominante. Também toca-se axé music, um estilo baiano. No carnaval hoje não se dança mais, pula-se.

Desfiles das Escolas de Samba

Iniciou-se no começo do século XX com os blocos, mas somente nos anos 60 e 70 é que acontece no carnaval brasileiro a chamada Revolução Plástica, com a participação da classe média na folia e todos os seus valores estéticos e estilísticos, que viriam incrementar todo o contexto das escolas de samba.

Os desfiles das escolas de samba são, sem dúvida, o ponto alto do carnaval brasileiro, turistas vêem de todos os cantos e pagam pequenas fortunas para assistirem ao desfile. Outras tantas pessoas perdem noites de sono vendo a festa pela televisão.

A competição entre as escolas de samba é ferrenha, e não raro ocorrem brigas entre seus líderes (leia-se presidentes) durante a apuração dos resultados, pois os pontos são disputados um a um, para que, ao final, se saiba quem foi a grande campeã do carnaval.

Um detalhe importante. A oficialização do desfile das escolas aconteceu em 1935, com a fundação do Grêmio Recreativo Escola de Samba. Antes desta data, porém, mais precisamente em 1930, já se via desfiles nas ruas do Rio de Janeiro.

O carnaval e a igreja católica romana

Devido à sua origem pagã, e pelo fato de ser uma festa um tanto obscena, a relação entre a Igreja Romana e o carnaval nunca foi amigável. No entanto, o que prevaleceu por parte da igreja foi uma atitude de tolerância quanto à essa manifestação, até porque a liderança da igreja não conseguiu eliminá-la do calendário. A solução, então, foi: se não pode vencê-los, junte-se a eles. Daí, no século XV, a festa da carne, por assim dizer, foi incorporada ao calendário da igreja, sendo oficializado como a festa que antecede a abstinência de carne requerida pela quaresma: Por fim, as autoridades eclesiásticas conseguiram restringir a celebração oficial do carnaval aos três dias que precedem a quarta-feira de cinzas (em nossos tempos, alguns párocos bem intencionados promovem, dentro das normas cristãs, folguedos públicos nesse tríduo a fim de evitar que sejam os fiéis seduzidos por divertimentos pouco dignos). Como se vê, a igreja não instituiu o carnaval; teve, porém, de o reconhecer como fenômeno vigente no mundo em que ela se implantou. Sendo em si suscetível de interpretação cristã, ela o procurou subordinar aos princípios do Evangelho; era inevitável, porém, que os povos não sempre observassem o limite entre o que o carnaval pode ter de cristão e o que tem de pagão. Esta claro que são contrários às intenções da igreja os desmandos assim verificados. Em reparação dos mesmos foram instituídas adoração das quarenta horas e as práticas de retiros espirituais nos dias anteriores à quarta-feira de cinzas.3

José Carlos Sebe escreveu: Apenas no século XV, provavelmente movido pelo sucesso popular da festa, o Papa Paulo II a incorporou no calendário cristão. Aliás, Paulo II foi mais longe, chegando a patrocinar toda uma rica celebração antes do advento da Quaresma. Não apenas o carnaval popular foi organizado pelos papas. Paulo IV promoveu uma terça-feira gorda, um lauto jantar onde compareceu o sacro colégio romano, e o festim regado a vinho pôde ser considerado uma das primitivas celebrações em salão fechado.4

A tentativa da Igreja Católica Romana na cristianização do carnaval e sua atual justificativa é totalmente inconseqüente, infeliz e irresponsável. Não existe uma referência bíblica sequer favorável ao seu argumento. Pelo contrário. Existe todo um contexto bíblico explicitamente contrário à essa manifestação popular. Todos os especialistas cristãos sabem muito bem quando devem aplicar a transculturação cristã em determinada manifestação cultural (como exemplo, o Natal, período em que ocorre a mudança do objeto de culto e a extirpação total da velha ordem, transformação das simbologias e referências). Sabem também quando à determinada comemoração popular é impossível aplicar quaisquer processos de cristianização.

O carnaval é um exemplo real da sobrevivência do paganismo, com todos os seus elementos presentes. É a explicita manifestação das obras da carne: adultério, prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes. O apóstolo Paulo declara inequivocamente que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus (Gl 5.19-21).

Posição da igreja evangélica no período do carnaval


Como pudemos observar, o carnaval tem sua origem em rituais pagãos de adoração a deuses falsos. Trata-se, por isso, de uma manifestação popular eivada de obras da carne, condenadas claramente pelas Sagradas Escrituras. Seja no Egito, Grécia ou Roma antiga, onde se cultua, respectivamente, os deuses Osíris, Baco ou Saturno, ou hoje em São Paulo, Recife, Porto Alegre ou Rio de Janeiro, sempre notaremos bebedeiras desenfreadas, danças sensuais, música lasciva, nudez, liberdade sexual e falta de compromisso com as autoridades civis e religiosas. Entretanto, não podemos também deixar de abordar os chamados benefícios do carnaval ao país, tais como geração de empregos, entrada de recursos financeiros do exterior através do turismo, aumento das vendas no comércio, entre outros.

Traçando o perfil do século XXI, não é possível isentar a igreja evangélica deste momento histórico. Então, qual deve ser a posição do cristão diante do carnaval? Devemos sair de cena para um retiro espiritual, conforme o costume de muitas igrejas, a fim de não sermos participantes com eles (Ef.5.7)? Devemos, por outro lado, ficar aqui e aproveitarmos aoportunidade para a evangelização? Ou isso não vale a pena porque, especialmente neste período, o deus deste século lhes cegou o entendimento (2 Co.4.4) ?

Creio que a resposta cabe a cada um. Mas, por outro lado, a personalidade da igreja nasce de princípios estreitamente ligados ao seu propósito: fazer conhecido ao mundo um Deus que, dentre muitos atributos, é Santo.

Há quem justifique como estratégia evangelística a participação efetiva na festa do carnaval, desfilando com carros alegóricos e blocos evangélicos, o que não deixa de ser uma tremenda associação com a profanação. Pergunta-se, então: será que deveríamos freqüentar boates gays, sessões espíritas e casas de massagem, a fim de conhecer melhor a ação do diabo e investir contra elas? Ou deveríamos traçar estratégias melhores de evangelismo?

No carnaval de hoje, são poucas as diferenças das festas que o originaram, continuamos vendo imoralidade, música lasciva, promiscuidade sexual e bebedeiras.

José Carlos Sebe, no livro Carnaval de Carnavais, página 16, descreve, segundo George Dúmezil (estudioso das tradições mitológicas): O carnaval deve ser considerado sagrado, porque é a negação da rotina diária. Ou seja, é uma oportunidade única para extravasar os desejos da carne, e dentro deste contexto festivo, isto é sagrado, em nada pervertido. Na página 17, o mesmo autor descreve: Beber era um recurso lógico para a liberação pessoal e coletiva. A alteração da rotina diária exigia que além da variação alimentar, também o disfarce acompanhasse as transformações.

Observe ainda o que diz Manuel Gutiérez Estéves: No passado, faziam-se nos povoados, mas sobretudo nas cidades, diversos tipos de reuniões em que todos os participantes aparentavam algo diferente daquilo que, na realidade, eram. A pregação eclesiástica inseriu na mensagem estereotipada do carnaval a combinação extremada da luxúria com a gula. Não falta, sem dúvida, fundamento para isto.5

Como cristãos, não podemos concordar e muito menos participar de tal comemoração, que vai contra os princípios claros da Palavra de Deus: Porque os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito para as coisas do Espírito (Rm 8.5-8). Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus (1 Co 6.20).

Evangelismo ou retiro espiritual?

A maioria das igrejas evangélicas, hoje, tem sua própria opinião quanto ao tipo de atividade que deve ser realizada no período do carnaval. Opinião esta que, em grande parte, apoia-se na teologia que cada uma delas prega. Este fato é que normalmente justifica sua posição. A saber: enquanto umas participam de retiros espirituais, outras, no entanto, preferem ficar na cidade durante o carnaval com o objetivo de evangelizar os foliões.

Primeiramente, gostaríamos de destacar que respeitamos as duas posições, pois cremos que os cristãos fazem tudo por amor ao Senhor e com a intenção de ganhar almas para Jesus e edificar o corpo de Cristo (Cl 3.17). Entendemos, também, o propósito dos retiros espirituais: momentos de maior comunhão com o Senhor que tem feito grandes coisas em nossas vidas. Muitos crentes têm sido edificados pela pregação da Palavra e atuação do Espírito Santo nos acampamentos promovidos pelas igrejas. Todavia, a visão de aproveitarmos o carnaval para testemunhar é pouco difundida em nosso meio. Na Série Lausanne, encontra-se uma descrição sobre a necessidade da igreja ser flexível. A consideração é feita da seguinte forma: o processo de procura de novas estruturas nos levará, seguidamente, a um exame mais íntimo do padrão bíblico e a descoberta de que um retorno ao modelo das Escrituras e sua adaptação aos tempos atuais é básico à renovação e à missão6 .

Entendemos, com isso, que, em meio à pressão provocada pela mundo, a igreja deve buscar estratégias adequadas para posicionar-se à estas mudanças dentro da Palavra de Deus, e não dentro de movimentos contrários a ela. A Bíblia é a fonte, e não os fatores externos.

Cristãos de todos os lugares do Brasil possuem opiniões diferentes a respeito da maneira adequada para a evangelização no período do carnaval. Mas devemos notar que Cristo nunca perdeu uma oportunidade para pregar, nem mesmo fugia das interrogações ou situações religiosas da época. Não podemos deixar de olhar o que está escrito na Bíblia: Prega a palavra, insta, quer seja oportuno, quer não, corrige, repreende, exorta com toda a longanimidade e doutrina (2 Tm 4.2). Aqui o apóstolo Paulo exorta a Timóteo a pregar a Palavra em qualquer situação, seja boa ou má. A Palavra deve ser anunciada. Partindo deste princípio, não devemos deixar de levar o evangelho, não importando o momento.

Assim, devemos lançar mão da sabedoria que temos recebido do Senhor e optar pela melhor atividade para a nossa igreja nesse período tão sombrio que é o carnaval. A igreja jamais pode ser omissa quanto a esse assunto. O cristão deve ser sábio ao tomar sua decisão, sabendo que: Em que noutro tempo andastes segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espírito que agora opera nos filhos da desobediência. Entre os quais todos nós andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como os outros também. Mas Deus, que é riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou, estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos), e nos ressuscitou juntamente com ele e nos fez assentar nos lugares celestiais, em Cristo Jesus (Ef 2.2-6).

Curiosidades do carnaval

Turismo - Rio de Janeiro - Em 1999, cerca de 250 mil turistas visitaram a cidade, 61% de fora do país.
Nordeste - nos últimos anos, uma média de 700 mil turistas desembarcaram em Recife.
Dinheiro - Em 1999, no Rio de Janeiro, cada escola recebeu R$ 500 mil da Prefeitura. Escolas de samba como Imperatriz Leopondinense e Beija-flor de Nilópolis chegaram a gastar R$ 1,5 Bilhão com o desfile. A Paraíso do Tuiuts (de onde?) desfilou com um orçamento mais modesto: R$ 800 mil. Em 2000, as escolas de samba (seria bom citar o local dessas escolas) desembolsaram uma quantia aproximada em nada mais nada menos do que R$ 22,5 milhões, sendo que cada delas levou R$ 500 mil, somando um total de R$ 7,5 milhões gastos pela Prefeitura (Aqui se refere ao Rio de Janeiro, apenas?).
Acidentes - Só no ano de 1999 foram registrados, pela Polícia Rodoviária Federal, 2468 acidentes nas estradas do país, com 150 mortos e mais de 551 feridos.

As armas da festa

Confete - Procedente da Espanha, veio para o Brasil em 1892;
Serpentina. De origem francesa, chega ao país também em 1892;
Lança-perfume - Bisnaga de vidro ou metal (hoje feita de plástico), que continha éter perfumado. De origem francesa, chegou ao Brasil em 1903.

O rei momo no carnaval carioca

De origem greco-romana, Momo é a figura mais tradicional do carnaval. Segundo consta a lenda, ele foi expulso do Olimpo, habitação dos deuses, por causa de sua irreverência.

Nas festas de homenagem ao deus Saturno, na antiga Roma, o mais belo soldado era escolhido para ser o rei Momo. No final das comemorações, o eleito era sacrificado a Saturno em seu altar.

O rei Momo foi introduzido no carnaval carioca em 1933. Sua figura era representada por um boneco de papelão. Em 1949, no entanto, o boneco de papelão foi substituído por personalidades importantes da época. Em 1950, esta festa popular deixou de contar apenas com a representação do rei Momo, surgindo, então, as rainhas e princesas do carnaval.

Atualmente, a escolha do rei Momo é feita por eleição. O pretendente a esse cargo deve possuir as seguintes características:

Ser brasileiro e residir na cidade do Rio de Janeiro;
Ter entre 18 a 50 anos;
Medir no mínimo 1,65m;
Pesar no mínimo 110 Kg.
O prêmio concedido ao vencedor no ano passado foi R$ 7.550,00, além de ter o privilégio de desfilar como rei. Rei?!

Pesquisa sobre a opinião da população sobre o Carnaval
Realizada entre o 18 a 19 de dezembro de 2000
Foram entrevistadas 1273 pessoas em São Paulo, que responderam as seguintes perguntas: Você é a favor ou contra o carnaval e qual a sua religião?

191 Evangélicos:
A Favor: 42
Contra: 131
Indecisos: 18

46 Espíritas:
A Favor: 30
Contra: 7
Indecisos: 9

779 Católicos:
A Favor: 532
Contra: 142
Indecisos: 105

257 Outros:
A Favor: 128
Contra: 62
Indecisos: 67

Bibliografia:

Almanaque Abril. 24a Edição,1998, pp.38-39.
Enciclopédia Mirador. Vol 2, pp.2082-2097.
Pergunte e Responderemos. Vol 5, Maio 1958, pp.210-211.
Carnaval de Carnavais. José Carlos Sebe, Editora Ática, 1986.
O Evangelho e o Homem Secularizado. Série Lausanne, editora A.B.U.
Dicionário dos deuses e demônios. Menfred Gurker. Editora Martins Fontes, 1993, p.31.
Dicionário Aurélio, Aurelio Buarque de Holanda. Editora Nova Fronteira.
Revista Religião e Sociedade. Manuel Gutiérrez Estévez, ISER/CER 1990.
Revista Ano Zero, n° 10. Fev 1992, pp.12-21.
Revista Época, 15 de Fevereiro de 1999, p. 43.
Revista Carta Viva, Abril de 2000, nº 53, pp. 6-7.
Jornal Novas do Centro de Juventude Cristã, fev. 1993, p.3.
Jornal O Globo, Ana Paula Vieira, 03/fev/1991.
Jornal AIBOC Informa, nº 48, fev. 1999, p.4.
Jornal O Estado de São Paulo, 30 de Novembro de 2000.
Coloboradores: Antonio Figueró, Elvis Brassaroto Aleixo, Moisés P. Carreiro, Simei Gonçalves Pires, Fernando Augusto Bento, Danilo Raphael A. Moraes, Ronivon Vieira de Souza, Zilda Maria Lara, Marcos Heraldo Paiva, Ricardo Alexandre E. Maiolini.

Notas:

1 Pergunte e Responderemos. nº 5. maio de 1958, p.211.
2 Enciclopédia Britânica. 11ª edição, vol.5, p.366.
3 Pergunte e Responderemos. maio 1958, p.212-213.
4Carnaval de Carnavais, José Carlos Sebe. Editora Ática; 1a edição, 1986, p.25.
5 Revista Religião e Sociedade. Manuel Gutiérrez Estévez, ISER/CER 1990, p.63.
6 O Evangelho e o Homem Secularizado. José Gabriel Said. Série Lausanne, Editora Abu, 1983, p.13.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

É correto um pregador cobrar (às vezes, muito alto o valor) para pregar?

Cobrar altos caches para pregar?

O verdadeiro pregador não trabalha com o sistema de cachê, mas aceita uma oferta, haja vista os custos com deslocamento, o tempo empreendido, o distanciamento da família (na maioria dos casos, os convites não são extensivos à família), a ausência na igreja local, desgastes outros, etc. E, como o termo oferta sugere, não existe valor estabelecido. Fica a critério da igreja, que deve contribuir com liberalidade, valorizando o ministério da Palavra sem que haja a necessidade de estabalecimento de cachê por parte do pregador (1 Co 9.9-14). - Opinião do Pastor Ciro Sanches

Portanto, todo pregador tem suas despesas como passagens ou gasolina, estadia e alimentação, que no caso, a igreja poderia ajudar com essas despesas, pois para um pregador envolve gastos. Agora cobrar altos caches é algo que não tem base bíblica, pois ninguem deve fazer do evangelho um comércio. Certos pregadores chegam a ganhar média de 5000 por domingo, (colocando que ele prega domingo em domingo), no caso ne um mÊs que tenha 4 domingos, o pregador faturará 20 mil reais, muito dinheiro não acha? Poucos no Brasil ganham bem assim.
É insignificante quando analisamos o que está por trás desta prática, o grande problema é que a igreja evangélica está criando como o mundo, astros, estrelas, mega-pregadores...temos seguido os moldes do presente século, e nos afastado da simplicidade que há em Cristo Jesus, em tempos remotos, tínhamos pregadores que amavam o rebanho, e se sacrificavam para conquistar para Cristo almas, e não dinheiro, ministério pastoral era acima de tudo RENÚNCIA, hoje infelizmente tem se tornado fonte de orgulho, soberda, vaidade e lucro. Atualmente, temos exemplos de pregadores que só veem caso receba o alto cache antecipado e que o hotel tenha ar-condicionado e que esteja em excelentes estados e, além de exigir uma ótima alimentação. (Opinião encontrada na internet)

Temos uma história interessante e outro caso que acontece, quase mudando de assunto:

Um Pastor foi confudido por nome de Silas, e acharam que ele era estrela nacional e chegaram a oferecer todas as melhores condições para ele e uma excelente oferta. Mas quando descobriram que ele não era o famoso silas, descartaram e o desprezaram. Ele disse:

"Meus irmãos esse ocorrido me fez ver que quanto mais famoso você for, mais honras você recebe, como se a honra estivesse na fama e não na pessoa. Eu não tenho nada contra o pregador ou cantor receber uma oferta por ir a uma igreja para ministrar, o que eu não aceito é essa cobrança que se anda fazendo por aí. Pregadores e cantores cobrando para ministrar e cobrando alto, exigindo coisas que não tem lógica".

PREGADORES NENHUM É MELHOR QUE O OUTRO, DEUS USA CADA UM DE UMA FORMA E TODOS MERECEM SER TRATADOS DA MESMA FORMA, POIS O DEUS QUE USA É O MESMO. PORTANTO, SÃO DOIS CASOS QUE VEM ACOTECENDO NAS IGREJAS ATUALMENTE, E É NECESSÁRIO MUDAR.

RAYLSON

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Jovens da atualidade sem rumo e compromisso com Cristo. Verdade??

O tema tratado no programa Espaço Jovem na rádio ADlinhares do dia 21/01/2010 foi:

Segundo pesquisa os jovens estão ficando cada vez mais longe de terem um compromisso com Deus, desorientados sobre os mais diversos assuntos e também sem um propósito nas igrejas. Como você vê essa situação?

Como todos reparam aqui, por estes dias estou muito fã do Jornal Mensageiro da Paz (risos) e desta vez, quem fala sobre isso é o Pastor Joaquim Lobo Júnior. Confira!!!

Não faz muito tempo, uma revista de grande circulação nacional publicou uma matéria a respeito da juventude atual, cuja abordagem os coloca como sendo pragmáticos, poucos idealistas e desorientados como nunca. Em outras palavras, podemos definir suas mentes como um ambiente perfeito par manipulações em massa, já que tratar-se de uma juventude sem ideais e sem rumo.
Ao olharmos para a juventude cristã brasileira de duas décadas atrás(20 anos, risos), comparando-a com a de hoje, percebemos que mudanças grandes ocorreram. Muitas para melhor, outras nem tanto. O perigoso é que nas mudanças negativas perdemos coisas que podem afetar toda uma geração. Apesar da matéria da revista se referir ao jovem secular do cotidiano atual, percebemos que dentro de algumas igrejas também tem crescido o número de jovens poucos comprometidos com Cristo, também desorientados e sem noção de rumo. São jovens que têm um conhecimento superficial das verdades bíblicas e uma enorme abertura para certos conceitos humanos. É visível o aumento, em alguns lugares, até mesmo de jovens cristãos depressivos, desanimados e envolvidos com práticas lascivas. E há também jovens envolvidos com alguma coisa relacionada ao Reino, mas muito pouco comprometidos com o Rei. Como disse, umas das grandes mudanças já mencionadas na juventude cristã, e que poderia nos trazer grandes impactos, é exatamente a superficialidade cristã resultante de um menor conhecimento das Escrituras e uma consequente inobservância dela.
Acontece que muitas portas tem sido abertas para o inimigo de nossa almas. A famosa expressão "Isso não tem nada a ver" tem sido um slogan satânico para adentrar a vida de certos jovens, desorientá-los e tentar conduzi-los a uma vida distanciada do Senhor e consequente a um fracasso espiritual. Questões como consumo de músicas seculares, amizades com pessoas do mundo, banalização do sexo e presença em locais questionáveis tem sido algumas das principais portas de entrada para o Adversário e, infelizmente, alguns têm se rendido nessa guerra contra o mal.

Portanto, abramos nossas mentes jovens.
"Aqui está a conclusão: Tema a Deus e obedeça aos seus mandamentos". Eclesiastes 12:13

Saulo Vale de Mossoró, escreve sua opinião sobre o assunto:

A chamada por alguns teólogos de "igreja amigável" tem oferecido um evangelho não compatível com a Palavra de Deus, mas um evangelho que tem agradado a muitos. A chamada Marcha para Jesus e o show gospel tem apresentado um evangelho descompromissado com a proclamação do evangelho. Cultos que dão pouco espaço a pregação bíblica e com hinos que não edificam estão na moda e tem arrasatado multidões para os seus templos. Infelizmente não é de hoje a rejeitação da Palavra de Deus. (Os 4.6)
Nos tempos hodiernos fala-se de uma geração que está impactando o mundo, mas está mais parecida com a geração que se levantou depois da morte de Josué, uma geração que não conhecia o Senhor e nem tampouco os Seus feitos. (Jz 2.10)
Que Deus levante jovens como Sadraque, Mesaque e Abede-Nego que realmente fizeram a diferença naquela nação.
Saulo Vale